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Como as mídias incentivam o apoio aos GLBT - 01
São Paulo, 25 de abril de 2011, segunda-feira

As mídias poderosas em geral estão utilizando-se de recursos para manipular a opinião pública, no sentido de apoiarem os movimentos dos GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e travestis). Os casos de homofobia epidêmica e de genocídios gays não existem. Isto por uma razão muito óbvia: As agressões foram praticadas por uma minoria. E esta, principalmente radicais, como os skinheads e grupos delinqüentes etc. São portanto, excessões, e não regras.

Além disso, comportamentos sociais, perfeitamente normais e que se encontram em qualquer sociedade, são ignorados e o pior: Classificados como anormais, se não como uma doença. É o caso do uso inadequado do termo homofobia, ou simplesmente a acusação de intolerância, para os casos de indignações da população, diante de certos comportamentos considerados inadequados. Ou seja: Percebe-se que há uma intenção de tornar-se em atitudes intolerantes ou anormais o que antes era na verdade uma postura ética. Ao passo que os comportamentos pervertidos são induzidos a serem considerados como normais ou padrões.

Infelizmente, como a população em geral carece de um discernimento mais apurado e perderam os verdadeiros significados dos valores éticos, passa então a acreditar na existência dessa “epidemia” de intolerância homofóbica, chegando a ponto de torná-la em um tipo de “genocídio”. E com isso, torna-se a presa fácil de grupos, cujos interesses são na verdade escusos.

Digo isto porque fiz um espécie de pesquisa, no sentido de descobrir as posições tomadas pela população. Simplesmente perguntei para algumas pessoas, se elas posicionariam contra o movimento gay. A maioria disse que não, porque isto é homofobia, intolerância ou preconceito. Em outras palavras: Disseram exatamente o que as mídias doutrinadoras divulgaram como a postura certa, manipulando assim, as mentes da população.

Então eu respondi: “Mas desde quando que ser contra é homofobia, intolerância ou preconceito? E a postura de contestação, de questionamento e de discordância? Não posso expor essa minha liberdade de expressão?” Não souberam responder.

Um exemplo dessa manipulação está em um artigo publicado pela revista Época, no começo do mês de março (de 2011). Uma edição antes do período de carnaval. Quem não leu esse artigo, encontrará o mesmo no blog Opinião Critika (http://opiniaocritika.blogspot.com/).


Repare como a manipulação é feita, citando as fontes consideradas idôneas (acadêmicas e científicas), mas junto com outros depoimentos. Logo adiante, alguns trechos do artigo analisado:

“Amor e ódio aos gays - No Carnaval, o Brasil aceita, imita e consagra os homossexuais. Por que no resto do ano há tanta violência contra eles?” (...) “Nos próximos dias, eles vão tomar o país. Nas escolas de samba, nos blocos, nos desfiles de fantasia, os homossexuais dominam o Carnaval. Durante esse período, se você passear pela Praça General Osório, no início de Ipanema (o bairro mais carioca do Rio de Janeiro), poderá pensar estar numa república diferente - cujo hino é uma marchinha irreverente, a bandeira tem a cor do arco-íris e a língua, quando é usada para falar, traz tantos sotaques quantos havia na mítica Torre de Babel. Não é à toa. O Rio costuma receber 800 mil turistas homossexuais por ano, um terço deles durante o Carnaval. Em média, eles gastam três vezes mais que os turistas heterossexuais.” (Grifos meus) (Revista Época, 7 de março de 2011, nº 668, p. 96. O artigo foi escrito pelos jornalistas: Kátia Mello, Carlos Giffoni, Maurício Meirelles, Martha Mendonça e Marcelo Rocha. Continuando:

“...a cultura carnavalesca deve muito de suas características ao universo gay. E mesmo alguns dos mais renitentes machões saem às ruas travestidos. (...) ‘Muitos dos homens que saem de vestido e maquiagem nos blocos de Carnaval vão agredir homossexuais no resto do ano ou até mesmo quando tirarem a fantasia’, diz Carlos Tufvesson, coordenador especial de Diversidade Sexual do município do Rio...”

Pegando o caso do Augusto (nome fictício), um gay assumido, e que quase perdeu o ôlho direito, o artigo prossegue: “Em novembro houve dois do mesmo tipo. Um grupo de cinco rapazes atacou quatro jovens em diferentes locais da Avenida Paulista. Como uma das agressões foi filmada pela câmera de segurança de um banco, o caso ganhou os noticiários de TV” (...) “Uma das vítimas desse ataque foi Luís Alberto Betonio, 23 anos, estudante de jornalismo. Ele caminhava com amigos gays quando foi atingido no rosto sem nenhum aviso, com uma lâmpada fluorescente.”

As questões:

- Sobre a pergunta: “Por que no resto do ano há tanta violência contra eles?” Respondo com uma outra: Quanto de violência contra os GLBTS? É uma questão muito complicada. Dá a impressão de que a violência é todos os dias, ou até mais. Evidentemente que isto não é a verdade. Onde estão os dados que confirmem essa afirmação?

- A cultura carnavalesca deve muito de suas características ao universo gay... Será de fato a verdade? Dá-se a impressão de que todos os carnavais, desde a história do Brasil, se não antes, tiveram a influência dos costumes dos homossexuais. É forçar demais a história. Sabe-se que o carnaval, de origem latina, é um incentivo para a fornicação (isto no ponto de vista moral ou evangélico, que é o meu caso), mas dizer que é de influência gay, realmente não dá.

- “Muitos dos homens que saem de vestido e maquiagem nos blocos de Carnaval vão agredir homossexuais no resto do ano ou até mesmo quando tirarem a fantasia...” É a afirmação de um famoso e premiado estilista homossexual. Portanto, a revista poderia dizer que não é uma conclusão dela. Mesmo assim, a afirmação é exagerada: Quantos são esses “muitos”? 20 pessoas? 51% desses homens? Cadê os dados que confirmem isso? Mas para a população, esses “muitos” podem significar até 90% dos homens ou mais. É um problema sério.

- Luís Alberto Betonio, 23 anos, estudante de jornalismo... Ele é a peça-chave da propaganda pró-GLBTS: Pois, não é gay. E ainda por cima, além de ter sido uma vítima, é estudante de jornalismo. Isto é, um futuro profissional de comunicação. Ele não é contra as posturas dos GLBTS, e sim, favor da diversidade sexual. Eu encontro os depoimentos dele até nos sites GLBTS. Pode-se dizer que trata-se de um garoto-propaganda perfeito. Mas...

- Como é que os agressores sabiam que os amigos de Betonio eram gays? Pelo vídeo apresentado, eles caminhavam normalmente. Aparentemente nem sequer “desmunhecavam” as mãos. E mesmo que tivessem esses gestos, não poderiam dizer efetivamente, que é um caso de homofobia. como eu tinha exposto no artigo de Agressões na Avenida Paulista, o primeiro caso de violência cometida pelos cinco rapazes, não tinha sequer características homofóbicas. Mas como o episódio tinha vídeos gravados (foram dois), resolveram colocá-lo no rol de “casos de homofobia”. Porém...

- Mesmo que as ações fossem de caráter homofóbico, foram criados por um grupo, e não é o consenso da sociedade, como citei logo no começo desse artigo. E dizer que por causa desse(s) grupo(s), têm-se um massacre dos GLBTS, é o mesmo que dizer que estamos diante de um novo crime organizado, talvez pior do que o PCC (Primeiro Comando da Capital) ou o CV (Comando Vermelho). E parece que é isto que eles, do GLBTS, querem, a ponto de envolverem as autoridades governamentais no “suposto problema”:

“Embora São Paulo tenha ganhado o foco principal como palco de violência, os ataques têm acontecido por todo o país - na praia do Arpoador, Rio de Janeiro, em Salvador, em Curitiba, em Fortaleza... A secretária dos Direitos Humanos do governo Dilma Rousseff, Maria do Rosário Nunes, que tem status de ministra, afirma que o país está diante de uma emergência.”

Os casos apresentados foram na verdade, esporádicos, e em diferentes períodos. Se você pega esses casos específicos, em diferentes lugares e épocas, e divulgá-los de maneira como as mídias fazem, certamente que dará uma dimensão epidêmica da homofobia ou genocídio gay. Mas se for comparar, por exemplo, com diversos casos de homicídios, latrocínios e outros crimes violentos, nos mesmos lugares e períodos, certamente que tais violências homofóbicas passariam despercebidos. Porém, a maioria absoluta da população não percebe esses detalhes. Essas manipulações.

Mas o problema fica sério mesmo, porque tem o depoimento de uma autoridade governamental. Portanto, vira de fato, um caso de emergência. É para pensar...

O artigo cita Os estudos feito por Dominic Parrott e Amos Zeichner, da Universidade da Geórgia, EUA - Sobre o grupo de 165 homens que viram filmes eróticos, parte de natureza heterossexual e outra, de natureza homossexual: “Entre os participantes preconceituosos (identificados por um questionário anterior), os que viram um filme homossexual se mostraram depois mais agressivos em relação a seu oponente gay do que os que haviam visto um filme erótico heterossexual...”. O artigo conclui: “Essa descoberta mostra que o aumento da raiva devido à exposição estímulos homoeróticos pode ser um precursor da agressão contra gays...”.

É espantoso como chegaram a essa conclusão! Se você visse cenas indignas, ou que ofendam os teus próprios valores, qual seria a tua reação? São trabalhos feitos por dois pesquisadores, e que não tenho no momento o acesso. Mas... me veio uma pergunta: Por que não mostraram a possibilidade de que as reações foram por indignação pelos atos de imoralidade? Isto é, deixar claro para o leitor da revista essa possibilidade? Ou para os autores desse artigo (da Revista Época) as indignações da população não existem? Simplesmente citar, e de maneira bem superficial, o suposto resultado de uma pesquisa, e o depoimento de dois pesquisadores, é uma forma de dar o ar de autoridade e imparcialidade “científica”. Principalmente para sugerir que os homofóbicos são na verdade, gays enrustidos:

“Um estudo publicado em 1996 pelo Journal of Abnormal Psychology testou essa hipótese. Dois grupos de homens, um com 35 homofóbicos e outro com 29 não homofóbicos (identificado de acordo com um questionário), assistiram a vídeos com cenas eróticas de homem com mulher, mulher com mulher, e homem com homem. Uma fita media a circunferência de seus pênis durante o teste. Todos se excitaram de amor heterossexual. Todos se excitaram com as cenas de amor entre duas mulheres. Só o grupo de homofóbicos teve a erecção com as cenas de amor entre dois homens.

Ou seja: Como a maioria absoluta dos leitores não têm o acesso a essas fontes, que estão em língua estrangeira ainda por cima, é óbvio que vão generalizar, concluindo que todos os homofóbicos são gays enrustidos. Isto é perturbador, uma vez que suponha que esse estudo seja idôneo, por tratar-se de uma publicação científica. Mas podem ser manipulados, para darem outras conclusões, segundo as intenções de quem que faz isso. Repare que é citado apenas o nome da publicação de cunho aparentemente científico, e o ano. Nenhuma outra referência, como a data completa, o título do artigo, o nome do autor, a página etc. Se alguém quizesse questionar a informação, possivelmente teria muito trabalho em pesquisá-la. Isto é, se a publicação de fato exista, ou se ela é idônea para ser considerada.

Outro detalhe: Os não homofóbicos se excitaram, e não tiveram erecções? Nenhum dos 29 tiveram uma pequena erecção no pênis? Muito estranho mesmo! Não li os artigos publicados, e nem conheço a idoneidade dos tais. Mas dá-se a impressão de que o pessoal da revista Época pensa que seus leitores são idiotas.

Voltando ao argumento de que a exposição aos filmes homoeróticos tem a ver com o aumento da intolerância, outros exemplos foram apresentados: “Dos 485 casos de homofobia registrados na cidade do Rio entre julho de 2009 e dezembro de 2010, a maior parte foi na Zona Sul, justamente a região de costumes mais liberais. O Leblon, área nobre da Zona Sul, teve quatro vezes mais ataques que a Penha, na Zona Norte. A presença ostensiva dos gays na cena social pode contribuir, portanto, para a violência.”

Ainda falando do assassinato de gays, cita (mais uma vez) os dados estatísticos: 252 assassinatos, de causa homofóbica, em 2010. “Essas estatísticas afloram do noticiário. São, portanto, números controversos, provavelmente errados - para menos. ‘Se houvesse um acompanhamento do Estado, o número de casos de homofobia seria muito maior’, afirma Antônio Sergio Spagnol, sociólogo do Núcleo de Estudos da Violência da USP”. Na minha opinião, se dependesse dos gays, provavelmente o índice seria equiparável a de homicídios comuns (contra os heterossexuais), justamente o que eles querem, para tipificar como caso de genocídio gay. Além disso, quantas vezes esse índice seria aumentado? Dez vezes? Cem vezes? Pouco importa, desde que esse citado “muito maior” cause uma “dimensão epidêmica” do problema.

Como citei anteriormente, esses casos foram esporádicos, e se perderiam no meio de outros crimes, sejam eles de homicídios ou não, mas de natureza heterossexual.

Em seguida, o artigo faz-se a tipificação do que seja a homofobia, e a sua distinção do que é o preconceito. Dando a entender que as posturas contrárias ao GLBT são necessariamente esses dois tipos apresentados. Veja:

“O homofóbico pode estar a seu lado e, em geral, não é difícil identificá-lo. ‘Ele faz comentários pejorativos, exprime nítidas rejeições aos homossexuais e os culpa por tudo de ruim que existe no mundo’, afirma o psicólogo Antônio de Pádua Serafim, do Instituto de Psiquiatria da USP. Serafin faz distinção entre o preconceituoso e o intolerante aos gays. Afirma que o preconceituoso não aceita a homossexualidade, mas não tem o desejo de eliminar o gay, como acontece com o intolerante. Para Serafim é a intolerância, não o preconceito, que produz a violência. Além disso, o psicólogo diz que os homofóbicos se acham superiores às outras pessoas. ‘Eles são egocêntricos. Sofrem de uma distorção na interpretação da realidade. Não conseguem ter convívio social com os que consideram diferentes deles’, diz.”

Aqui está um belo exemplo de como forçar o leitor a acreditar que tem apenas esses dois tipos de comportamentos contrários ao GLBTS: O homofóbico ou o preconceituoso, excluindo as outras possibilidades. Ou seja: Quando o leitor lê esse trecho do artigo, inconscientemente vai conferir se ele se encaixa em um desses dois tipos. É preocupante! Essa inserção da postura de Serafim, e feita pela Organização Globo revista Época, sugere que se você for contrário aos GLBTS, é porque não passa de um homofóbico ou então de um preconceituoso. Deve então mudar de postura. O que significa, forçosamente, ser a favor dos GLBTS.

Existem posturas racionais, científicas e filosóficas, além de religiosas, que são contra os GLBTS, sem contudo serem preconceituosas ou homofóbicas. Posso, por exemplo, usar a razão, a Ciência ou a filosofia, para argumentar de que os comportamentos dos GLBT são considerados desvios, perversões, porque faz o uso inadequado dos órgãos biológicos, uma vez que não estava previsto para o organismo em lidar com a conjunção de carnes naquele sentido. Particularmente seria um absurdo (por exemplo) que um médico aprovasse a prática do sexo anal, sabendo que esta ajudaria a proliferar as doenças infecciosas. Evidentemente que os GLBTS argumentariam dizendo que a proliferação também ocorre no sexo heterossexual. E que para isso existiria o uso do preservativo. Acontece que essas doenças são o fruto da promiscuidade consentida. Além disso, os animais não têm as DST e não precisam do preservativo. E no entanto, praticam o sexo saudável.

E para certas crenças, as relações homossexuais violam seus princípios, considerados então como coerentes. Essa coerência não é necessariamente científica, mas que foi cristalizada por gerações, e transformadas em sistemas de tabus. Tratar isso como preconceito, ou casos de homofobia é complicado. Pois, estaria ignorando toda uma cultura da sociedade, uma vez que não existem crenças sem cultura. Ambas andam juntas. E é justamente aí que entra uma questão grave, e que está sendo sistematicamente ignorada e violada: O ethos de uma sociedade.

Ethos é uma palavra grega, e que pode ser traduzida como caráter. Trata-se na verdade de forma de comportamento social de um determinado grupo, e está vinculado com a sua cultura. Ela está relacionada com a palavra ética, que significa moral. Ou seja: a reação dos grupos que viram os filmes homoeróticos, como os que presenciaram as ações dos gays em um bairro do Rio de Janeiro, foram na verdade a de indignação, uma vez que sentiram-se ameaçados nos seus valores, nos seus ethos.

E não é para menos: Quando se instala certos costumes estranhos, dentro de uma determinada sociedade, evidentemente que ocorrerá as transformações para as próximas gerações. Se esses costumes são considerados perversos, as próximas gerações terão seus valores pervertidos. Isto é óbvio, e não precisa de estudos em psicologia ou em sociologia para entendê-lo. Nem precisa saber o que é ethos.

Os comportamentos dos GLBT sempre existiam, mas foram tolerados durante gerações, porque as suas práticas eram mais ou menos ocultas, e não violavam abertamente o ethos local. Os casos de violência contra eles, e que alguns chegaram a homicídios, ocorreram por causa dessas violações. A sociedade tinha de reagir, de acordo com os seus valores adotados e dentro da democracia. Mas como nesse caso tornou-se aparentemente impotente, certos grupos marginais (como os skinheads, por exemplo), acabaram tomando a iniciativa através de ações de violência. Então, os movimentos GLBTS passaram a agredir o status quo, levando à criação do PLC-122/2006, ameaçando assim, a liberdade de expressão de cada cidadão, e que é garantida pela Constituição. Evidentemente que isto é guerra.

Conseqüentemente vários grupos de oposição, principalmente muitos da ala evangélica (os quais faço parte), passaram a reagir contra o avanço do PLC-122 com a sua ditadura gay. Se eles (os GLBT) assumissem os seus comportamentos anormais, não é problema nosso. Mas quando passaram a ameaçar a liberdade individual de cada um em se expressar, questionar ou criticar contra essas posturas, sinceramente somos obrigado a reagir, para defender os nossos direitos.

Não houve, portanto, uma perseguição aos gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais, como eles tanto alegam. Muito pelo contrário, são eles, os GLBTS que estão perseguindo quem que é contra a postura deles. A intolerância e perseguição não provem de nós. E não podem pegar como exemplo, certos grupos minoritários. Nem tão pouco generalizar os atos de violências, como se fossem de fato da sociedade, para impor uma lei que cerceie a liberdade de todos.

Para que haja a assimilação de novos comportamentos ou valores dentro de uma sociedade, é necessário um diálogo consensual entre estes e os já estabelecidos naquela. E que as vezes levam gerações. Mas se os valores da sociedade são de caráter predominantemente judaico-cristã, certamente que certas assimilações não vão ocorrer. Os GLBTS sabem muito bem que os seus comportamentos são reprováveis para a maioria da população. Por isso que usaram os recursos das autoridades acadêmicas e das mídias. Porque as primeiras são as que podem tentar manipular os valores de uma sociedade, no sentido de alterar o seu ethos. E as segundas, ajudariam na implantação desses novos valores na população.

Na minha opinião, mais perverso do que os comportamentos dos GLBT, são certos grupos provenientes da Academia e das mídias poderosas. Pois, eles usam da autoridade científica e dos meios de comunicação, para corromper os valores, distorcer a verdade, divulgar as mentiras como se fossem verdades, e principalmente para destruir os valores que a sociedade levou séculos para construí-las.


Um artigo mal-feito, além de tendencioso...

Para defender a postura dos GLBTS, os jornalistas apresentaram os gays brilhantes, e que foram vítimas do moralismo da sociedade: O caso de Alan Turing e do Oscar Wilde... o “autor de Alice no País das Maravilhas” ???!!!!!

Quando esse artigo foi publicado, imagino que o sr. Lewis Carroll deve ter-se revirado no seu túmulo. Ele, que já foi postumamente acusado de pedófilo, por causa das fotos sensuais feitas, de uma menina menor de idade na época (era Vitoriana do século 19). Tem agora a sua famosa obra plagiada por um escritor considerado homossexual. Foi demais.

Se você estiver lendo o artigo da revista, mas no blog por mim indicado, não encontrará essa afirmação absurda: Já foi corrigido a tempo. Porém, na revista impressa fica a prova do êrro. Mais tarde, tentei encontrar a “errata” na publicação seguinte. Não consegui.

Isto evidencia um trabalho mal-feito, além de tendencioso. Pois, sequer confirmaram as fontes. O que tudo leva a crer que davam pouca importância à veracidade das informações apresentadas, uma vez que a prioridade é a de doutrinar os seus leitores desprevenidos. E apesar de algumas referências aparentemente sérias, o artigo é constituido de montagens, com o intuito de transmitir certas idéias. Não tem uma profundidade séria.

Outra coisa: Para confirmar a veracidade do conteúdo do artigo, isto é, se tinha fundamentos as declarações feitas, pesquisei na Internet através do Google, outras possíveis fontes. Para a minha surpresa, ao usar as palavras-chaves como “gays” + “carnaval” + “Luís Alberto Betonio” etc, apareceu, e em grande profusão, o título “Amor e ódio aos gays” na lista, e em vários sites. Todos relacionados com a revista Época.

Além disso, vários blogs, principalmente dos GLBTS, publicaram o conteúdo desse artigo logo que este saiu. Alguns de maneira completa, outros em parte, sem contar também as referências. Tem-se a impressão de que essa publicação foi preparada para ser divulgada ostentivamente na Internet, e que os sites ou blogs pró-GLBT foram devidamente avisados. Publicação feita pela Organização Globo. Tentei encontrar as outras possíveis fontes na Rede. Foi inútil.



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• Gays matam menino de 6 anos durante relação sexual
• Recém-nascido vítima da campanha a favor dos homossexuais
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Comentários feitos
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26/04/2011 - 06:17 - Diego - Oi Zadoque o/
Cheguei no seu blog por causa da indicação de um amigo e lendo ele vi que tem muitos posts sobre a homossexualidade.

Resolvi pesquisar um pouco sobre o assunto e cheguei nesse link:
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/785884-golfinho-faz-sexo-gay-para-manter-amigo-
veja-ranking-animal.shtml

Depois pesquisei sobre o livro que eles citam e li na Wikipedia (fonte de informação rápida e pouco confiável) que há mais de 500 relatos sobre a homossexuliades em diferentes espécies de animais.

Depois resolvi procurar sobre aversão, preconceito e ética ferida entre animais, mas parece que isso só se manifesta em humanos.

O que te parece mais natural?

A homossexualidade relatada em mais de 500 espécies de animais ou a aversão à homossexualidade que só é relatada em uma espécie animal - o bicho homem?

Espero que pesquise isso direito pra criar seus próprios conceitos. Acho que dá mais um post argumentativo seu.

07/05/2011 - Zadoque - Diego, valeu pela referência sobre o homossexualismo animal. Eu já tenho coletado várias informações acerca do assunto. Mas este aí, que você indicou, me chamou a atenção (entre outras) por causa dos comentários. Pois, mostrou que felizmente têm pessoas que questionam as comparações cegas entre os animais e nós, os seres humanos.

Em primeiro lugar, não era para eu ficar tratando especificamente sobre a homossexualidade ou o universo GLBTS. Pois, tenho outros artigos que deveriam ter sido publicados. Mas... acabei me entalando sobre esses assuntos.

O preconceito e a ética são atributos culturais. E apenas nós, os seres humanos, temos a cultura. Os animais até têm a inteligência, e conseguem tomar decisões inteligentes. E possivelmente têm aversões a determinados objetos ou situações. Mas a cultura não. E é através dela que criamos as artes, ciências, a ética e outros valores. Não é porque temos a mesma constituição (células, órgãos, estruturas etc.) é que devemos ser considerados como animais. A classificação atual dos seres vivos é útil para a Ciência, mas ela ignora certos atributos, como as diferenças cruciais que nos separam dos animais.

É através da cultura que se manifestam os valores espirituais, como o bem, o mal, a justiça, o conceito do que é certo e o que é errado, o que é normal e o que é perverso. Por exemplo: Dizer que a relação homossexual é sujo tem sentido apenas dentro do conceito do que é a sujidade, a imundícia. Ou seja, um conceito cultural. A pergunta que faço: É normal enfiar o membro viril no meio de onde saem as fezes? É nesse momento que você decide o que é certo e o que é errado, através dos valores espirituais adquiridos.

Mas quando nos colocamos dentro da categoria de animal, mesmo que “evoluido”, passamos a considerar as tendências dos animais irracionais como possibilidades (aceitáveis) no nosso comportamento. Assim, passamos a justificar as nossas perversidades, culpando a Natureza por elas; ou sob o argumento do “bicho homem”. Acontece que, mesmo que os casos de homossexualismo animal seja considerado como regra, as nossas referências são outras: Somos orientados pela nossa cultura (especificamente o ethos).

14/05/2011 - 23:13 - Diego - Oi de novo Zadoque o/

Então, de acordo com seu conceito, tudo bem quanto à homossexualidade feminina?

Afinal, não há nem membros viris nem qualquer tipo de penetração no lugar onde saem as fezes.

E o que acha da transsexualidade?

Pessoas que nasceram acreditando serem do sexo oposto e fazem cirurgias para que seus orgãos genitais se tornem semelhantes ao desse sexo, chamadas “cirurgias de adequação sexual”.

Fora da questão do sexo, a homossexualidade é algo condenável?

Ps: Tõ adorando q vc manda um email quando aceita o comentário, pois estava querendo ler sua resposta e não lembrava o endereço.

31/05/2011 - Zadoque - Diego, qualquer relação sexual que seja fora do que é considerado correto é anormal. Quando você tem aquilo que foi biologicamente estabelecido, que é a distinção entre os órgãos sexuais, e outros comportamentos sexuais, pode estar certo que o último foi de uma certa forma manipulado. Porque o que é estabelecido biologicamente não se muda. As cirurgias para mudança de sexo, são na verdade mutilações, e jamais confere nessas alterações, os atributos completos do sexo oposto. Apenas trabalha com as aparências. São portanto, artifícios anormais por si mesma.

Quando considero que são manipulações no segundo caso citado, é porque a nossa mente é na verdade uma espécie de esponja, onde as induções podem ser aplicadas. Para nós, evangélicos, acreditamos na existência de induções demoníacas. Na verdade a coisa é bem mais sofisticada. Mas o senso comum e atual, considera isso como “superstições”, “crentiçes” etc., e a Ciência não considera essa possibilidade. Então, podemos falar de “obsessões”, “transtornos psíquicos” (e suas variedades).

Partindo dessa premissa, o transsexual, assim como também o gay, a lésbica, o bissexual etc., na verdade sofreu induções demoníacas transtornos de ordem metafísica desde criança, quando a sua formação como personagem estava em desenvolvimento. Como a Ciência trabalha somente com o mundo físico e empírico (como citei em outros artigos), fica realmente complicado em tentar provar que isso de fato ocorreu. Assim como provar que existem entidades espirituais do mal, anjos, demônios etc. Tudo isso fica fora de alcance da Ciência.

Ou seja: O problema sobre a homossexualidade fica sem solução. E mesmo que não tenha uma explicação satisfatória, no ponto de vista científico, uma vez que não se pode provar que o indivíduo nasceu homossexual, não resta outra alternativa senão aceitar a situação como normal. É o que efetivamente está acontecendo.

Se a homossexualidade é algo condenável? Sim, ela é, por causa da perversidade, que não restringe apenas no ato, pois, vai muito além: Nos pensamentos e nos valores. Uma vez que para adotar as práticas homossexuais ou as tendências, é necessário alterar o modo de pensar e seus valores. Como nós somos o que pensamos e os nossos valores se manifestam nas ações, evidentemente que isso influi tudo que está em nossa volta: No ambiente, nas pessoas etc., alterando-as.

Isso explica a verdadeira intenção do Kit anti-homofobia, e que os GLBTS queriam distribui-lo nas escolas, para as crianças e adolescentes. Se não fosse pela coragem do sr. Jair Bolsonaro, que denunciou a verdadeira intenção dos GLBTS, com a sua cartilha anti-gay, o estrago seria bem maior, e possivelmente irreversível. Pois, o propósito dos kits é na verdade, a de induzir as crianças a verem na homossexualidade como algo natural. Os kits iriam para as crianças a partir de 6 anos de idade. Justamente a fase em que está em formação sobre a sua identidade sexual.

Sobre o aviso de retorno dos comentários: Quando posso, e se houver o E-mail para dar a resposta. Pois, estou sempre aberto para os questionamentos. Mesmo assim posso não responder. Para maiores esclarecimentos, deixei recentemente as regras, e que e que podem ser acessadas, ao fazer os comentários.



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