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Não compre os produtos chineses!
São Paulo, 23 de fevereiro de 2009, segunda.
Revisão feita em 11/set/2013, quarta-feira. 

Os depoimentos apresentados aqui são verídicos. Muitos acreditam que o comércio de produtos chineses ajudaram na economia do nosso país. E não percebem que esses produtos, mesmo com a reclamação de muitos consumidores, vão invadindo o mercado nacional, excluindo aos poucos as opções para os produtos de melhor qualidade. Durante muito tempo, pude verificar que a maioria apresentaram algum problema, de uma forma ou de outra.



Calçado Timberland made in China se arrebenta no pé...





Foi uma surpresa desagradável, quando descobri, numa manhã de novembro de 2007, que o meu calçado apresentava um rombo no couro. Comprei-o em novembro ou dezembro de 2006, lá na loja Half Dome da Rua Dr. Vila Nova, bem próximo da Rua Maria Antonia e da Makenzie, aqui em São Paulo. O preço então, não era barato: Cerca de R$ 500,00 creio eu.

Escolhi essa marca, que é fabricada ou representada pela empresa Alpargatas, porque antes, eu já tinha experimentado um outro modelo da mesma marca, tendo esse durado pelo menos 3 bons anos de uso intenso. E nunca apresentou problemas. Apenas desisti-me dele, quando o solado apresentou excessivo desgaste. Na ocasião não era feito na China, mas parece que sim, aqui no Brasil, ou então, nos EUA. Confiante na marca, comprei o próximo, e me arrependi. A lição a ser aprendida foi essa: Nunca confie em marca alguma. Pois, quem compra um produto pela marca, estará na verdade, consumindo os signos. Você se torna de fato um consumista, e não um consumidor consciente.

O dilema: Eu queria um produto bom e durável, estando disposto a pagar caro, desde que dentro das possibilidades. Foi um choque descobrir que em apenas um ano aconteceu esse acidente. Não pratiquei nenhum trekking ou esporte radical, atividades essas a qual o calçado era destinado. Nem tão pouco descuidei-me dele. Na verdade, logo no começo da aquisição, eu já desconfiava da qualidade do produto. Pois, o couro, em geral, manchava-se facilmente, e qualquer risco (na borda da calçada, por exemplo) era suficiente para deixar uma marca indelével). Posteriormente, percebi que o solado gastava rapidamente demais, em comparação a outro Timberland que tive. Depois, descobri que a própria marca Timberland é mais “bonita” e bem trabalhada do que a do calçado anterior. A caixa de embalagem apresentava um acabamento mais sofisticado. Sobre aparências os chineses são muito bons. Mas e agora? O que fazer? Bem, naquele momento, eu precisava do calçado, pronto para o uso.

Não tinha outro remédio senão tentar consertá-lo. O que efetivamente fiz, com um pedaço de corvim sintético e a cola superbonder. Mas era muito difícil colocar o pedaço do corvim debaixo do rombo feito no couro. Tive de ter aquela paciência de chinês para fazer isso (a ironia não está nessa frase, mas quem me conhece sabe do que se trata). Pelo menos funcionou até o momento (ou o próximo rombo).

Mais tarde, fui em uma outra loja da Half Dome em Moema (uma vez que a da Rua Dr. Vila Nova tinha fechado), para notificar o ocorrido. Diga-se de passagem, apenas uma notificação rápida, o que parece que os funcionários sugeriram a troca, ou então, que fosse feito o contato com a Alpargatas, que é o representante da marca aqui no Brasil. Isso eu poderia fazer através da Internet. Mas trocar o produto ou pedir a indenização poderia resolver o meu problema apenas. A essa altura, achei que seria muito mais interessante denunciar, e ao máximo possível. Pois, a publicidade negativa vale muito mais como um excelente exercício de cidadania. Além disso, o conserto parece que deu certo, e não seria tolo para trocar por um outro da mesma marca e procedência. Também não aceitaria uma possível indenização (com outro calçado) da loja, porque isso me colocaria na condição de indenizado, e tiraria a eficácia do meu poder de denunciar.

Bem mais tarde (esses dias), através de uma outra loja de materiais para esportes de aventuras, fiquei sabendo de outras reclamações contra os calçados Timberland: Eles simplesmente estouravam nas costuras.



O caso do fabricante Helio Carbex

Eu já conhecia esse tradicional fabricante de produtos para escritórios faz um bom tempo. E era natural que usasse os cartuchos de tinta para a minha impressora Epson, e que a Helio Carbex revendia, mas com a marca dela. Isto é, cartuchos de outros fabricantes, que não sejam da própria Epson, uma vez que esses eram mais caros. Antes, nunca tive problemas porque, para variar, pelo o que eu saiba, os verdadeiros fabricantes não eram do Brasil, e sim, do primeiro mundo. Particularmente os cartuchos ingleses, eram bem acabados. A qualidade me surpreendeu até nos detalhes, como a trava de proteção. Era uma coisa incrível. Mas a embalagem, como era feita aqui, da Helio Carbex, tinha uma aparência nada interessante: Uma caixinha de papelão laranja e branco. Nada a reclamar, uma vez que o importante é o conteúdo, e não o rótulo. Até que um dia...

Sim, um belo dia fui comprar os novos cartuchos lá na loja Kalunga em Moema, e distribuidos pela Hélio Carbex. E o otário aq nada desconfiei, quando vi que a embalagem foi modificada: Uma bonita caixa de acetato, bem trabalhada e colorida. Levei os cartuchos para casa, mesmo sabendo que a loja não fazia trocas de cartuchos com defeitos. As usá-los, a minha impressora sofreu uma “ressaca”, e das grandes, além do forte cheiro de álcool. Lembro-me que a primeira vez que isso aconteceu, foi quando usei um cartucho de marca “Epson”, tão legítimo tanto quanto a própria embalagem, mas comprado lá no extinto Stand Center da Av. Paulista. Era um produto falsificado. No caso do Helio Carbex, logo confirmei a sua procedência: China. Para completar o drama, todas as impressões sairam borradas.

Fiz as minhas investigações, e descobri que houve muitas reclamações. E parece que a Helio Carbex sofreu processos judiciais. E depois disso, sumiram os cartuchos do representante das lojas. E logo notei, ao que parece, até os acessórios para escritórios, como os papéis especiais e outros produtos sumiram. Pouca gente lembra dessa marca, e que conheci desde o tempo em que usava as fitas para a minha máquina de escrever. Tudo leva a crer que a empresa faliu. Se foi por causa dos produtos chineses, não sei.



Nem a câmera fotográfica Pentax escapa

Comprei a minha Pentax P30 T, a segunda que tenho dessa marca, e que considero como profissional (muitos colegas discordariam). Isso foi lá na conceituada loja Consigo, e que fica na Rua Conselheiro Crispiniano - a chamada rua dos fotógrafos. A empresa japonesa Asahi Pentax é considerada umas das melhores fabricantes de câmeras e que pode ser colocada ao nível de uma Nikon e Canon. Não iria querer queimar a sua imagem com produtos de quinta categoria.

Resolvi estrear a máquina no curso de Sociologia Visual com o professor Souza Martins. Isso foi nos ensaios de pesquisa de campo na cidade de Bom Jesus de Pirapora (SP).

Coincidentemente a bateria arriou, e tive de comprar as novas no local. Mas depois que fiz as trocas das mesmas, a máquina insistiu em não funcionar. Desesperado, abri o compartimento das baterias, e descobri que estas estavam literalmente fervendo, devido ao curto-circuito provocado pelos terminais de contatos. Mesmo colocando na posição correta as baterias, era fácil de provocar o curto. Era preciso prestar a atenção nos terminais, e não nas baterias. Por pouco iriam explodir dentro da câmera. Ao lado do compartimento, encontra-se estampado: Assembled in China.




Ao colocar a primeira bateria, a lingueta de contato passa por cima dessa. De modo que quando for colocar a segunda, fará o curto-circuito nos terminais desta. Para resolver o problema, antes de colocar a segunda bateria, é preciso puxar a lingueta ou segurá-la com um estilete, para mantê-la na posição correta... Péssimo acabamento.

O drama com o teclado do computador

Na verdade, foram vários. Mas atento a um, de marca Leadership, e que vinha em uma embalagem “vistoja”. Simplesmente era horrível escrever com ela, porque as teclas não desciam com o leve toque dos dedos. Desmontei o teclado, para fazer um pequeno tratamento. E descobri várias borrachinhas de silicone, na cor-de-rosa. Depois de várias tentativas, que levou uma tarde inteira, sem contar em outras ocasiões (dias), pareceu que o problema se resolveu com uma pequena gota de óleo de máquina, nas juntas de cada tecla. Mesmo assim, tinham certos problemas. Eu poderia tentar com outras marcas de teclados. Mas todos são chineses. O que me garante que sejam boas?



Mais de 10 anos de relógios falsificados, mas nenhuma marca decente

Os camelôs da cidade de São Paulo conhecem esses relógios, que mal duram 6 meses de uso. Desde que conheço por relógios de rua, todos são chineses. Algumas de boa aparência. Mas além de durarem pouco, oxidam, apresentam defeitos, entram poeiras e água etc., todas são marcas falsificadas, ou com os nomes parecidos com as originais, para distinguir-se dessas. Até hoje, nenhuma boa marca, seja de relógios, eletrônicos etc.

Depois de ter experimentado dois desses relógios, acabei desistindo de vez, e fui comprar um de marca Casio, original, mas made in Thailand (Tailândia; entenda bem: Não é Taiwan). Paguei R$ 50,00 por esse relógio, e ele funciona até hoje - dois anos - sem ter trocado a(s) bateria(s). Tenho a certeza que se fosse da mesma marca, porém montado na China e com esse mesmo valor, continuaria sendo ruim; talvez um pouco melhor do que os vendidos pelos camelôs.

Quando os japoneses perderam a guerra, logo se levantaram, e em pouco tempo, o mundo conheceu os seus produtos: Sony, Sanyo, Mitsubishi, Sharp, Toshiba etc. A princípio, na década de 50, pelo menos, os produtos japoneses eram mal-vistos. Todos diziam que não prestavam. Mas os nipônicos conseguiram conquistar o mercado mundial com a sua qualidade em pouco tempo. E nunca esconderam as suas marcas. Não tiveram a vergonha de imitar os produtos ocidentais. A Nikon e a Canon, por exemplo, imitaram na sua origem, as câmeras fotográficas alemãs como a Leica e a Zeiss. Mas não eram produtos falsificados, pois, tinham as suas marcas próprias estampadas. Isso não ocorreu com os produtos chineses, que no meu entender, tiveram o tempo até demais, para criarem boas marcas e conquistar a credibilidade do mercado mundial. Ao contrário...



Made in PRC ou... feito na RPC

Foi assim que encontrei estampado nas embalagens de certos produtos, quando fui comprar umas ferramentas na loja Peg & Faça da Avenida Santo Amaro. A princípio não entendi. Mas isso durou apenas poucos segundos para matar a charada: PRC significa Popular Republic of China (ou People’s Republic of China), e RPC, é claro, quer dizer República Popular da China. No meu entender, a má fama dos produtos, devido à péssima qualidade, levaram os chineses a esconderem as suas origens, tanto quanto não quizeram construir uma marca. O que me intriga é isso: Por que?

Ouvi muitas alegações como essa: 1) Tem produtos bons e produtos ruins. Mas isso não explica o caso dos calçados Timberland, nem da câmera Pentax. 2) Lembramos dos produtos ruins, e esquecemos dos bons. Mas aí pergunto: Quantos produtos bons, feitos pelos chineses, e que você se lembra? Cite pelo menos os que possam ser contados com os dedos de uma mão (não vale menos de 5 dedos). 3) Os fabricantes, tanto os nacionais como dos demais países, escolhem as montadoras chinesas para abater o custo de produção. Aí pergunto qual é a vantagem de uma empresa como a Asahi Optical Co. (fabricante da Pentax) em contratar uma montadora que venha a arriscar a comprometer a sua imagem e perder a sua clientela cativa? Entenda: Quem compra uma câmera profissional de determinada marca, também compra suas lentes e acessórios, de modo que a troca de marcas torna-se desvantajosa. Pois, teria de trocar todas as lentes e acessórios também.

Na minha opinião, os fabricantes contratam as montadoras que acreditam serem boas. E só descobrem que fizeram um negócio da China bem tarde. Na verdade, tarde demais, quando não há mais remédio. O fenômeno não acontece somente aqui no Brasil. Creio que no mundo inteiro, devido à concorrência acirrada, e que levam as indústrias a fazerem os cortes nos custos de produção. Dessa forma, aproveitam a mão-de-obra barata dos chineses. O problema é que não há absolutamente nenhuma garantia pelos produtos. E para complicar, esses quando chegam aqui, acabam com a indústria nacional, que já andam prejudicada com a alta tributação cobrada pelo governo.



COMENTÁRIOS FEITOS:

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13/07/2009 - 13:51 - Joao Calistro - Meu amigo, você tem razão sobre tudo, o que podemos fazer a respeito? Comprar de fornecedores ditos confiáveis? Kalunga, Peg & Faça não adianta, verificar a origem pode ser a única saida.

15/07/2009 - 04:39 - André - Me identifiquei tanto com esse texto....pois estava buscando por cartuchos Hélios e achei o site...Lembro dessa embalagem laranja-branca e nunca tive problema com ela....Recentemente comprei tb um aparelho telefonico de mesa e quando vi. estava PRC...tb durou poucos segundos pois na hora fui procurar na NET..ridiculo isso.

15/07/2009 - 04:42 - André - O que me chamou a atenção tb, foi esse PRC. O governo da China trata o ocidente como idiota, da mesma forma que tratam os chineses. Como se nós não soubessemos os países existentes no globo e também não fossemos questionar...

31/07/09 - 11:31 - Zadoque - João, os produtos chineses já invadiram o mercado brasileiro, como os demais mercados do mundo. Infelizmente somos obrigados a comprá-los. Este é o problema, pois, se houvesse uma concorrência honesta, não teríamos o que reclamar. Houve até tentativas de evitar esses produtos. É o caso da jornalista Sara Bongiorni (EUA), que deu um depoimento contungente no seu livro Um ano sem ‘Made in China’, onde mostra até que ponto ficamos na dependência dos chineses. A questão é fazer a resistência, ao máximo possível, contra esses produtos.

30/07/2009 - 01:24 - @nimalBhz - Cara, não me leve a mal, mais iphone’s , ps3, xbox360 , uma pancada de outros eletrônicos muitos bons sao fabricados na China, tudo hoje é fabricado na China... Então tirem suas conclusões , relógio falsificado não dá, compra um relógio de marca fabricado na China e veja se ele vai durar....

31/07/2009 - 11:52 - Zadoque - Caro @nimalBhz, a maioria das fotos apresentadas aqui foram feitas com uma Canon digital made in china. Isso por falta de opção. O problema é que esse pessoal não investe, pelo o que eu saiba, numa boa marca. Há fortes evidências do uso de mão-de-obra escrava, se não infantil, além do envolvimento com contrabando, e de quebra, com a máfia chinesa e o crime organizado. De uma certa forma, nós somos os cúmplices de tudo isso. E pode ter a certeza que essa cumplicidade será cobrada mais tarde.

26/12/2009 - 17:12 - Carlos Tadeu Kirnen - Por favor, divulguem meu site: www.eu-nao-compro-produtos- chineses.info Este site nasceu da indignação de comprovar que certos grampos de papel, fabricados na China, não conseguem grampear mais de 15 folhas de papel. Porém, outra marca nacional (grampos frabricados em Alagoas) conseguiram.

07/01/2010 - 14:53 - Zadoque - Está divulgado! Boa iniciativa! Mas não precisava encher os outros conteúdos e links com textos em latim. Os leitores não vão entender (nem eu).

04/01/2011 - 05:02 - Carlos - O problema de produtos chineses de baixa qualidade são os empresários que os compram, pois lá tem muita coisa de qualidade para se comprar. Então a culpa é dos empresários BRASILEIROS que compram porcaria pra vender e não dos chineses. Texto muito generalista e feito de forma péssima, As fábricas sempre mandam amostras para mostrar a qualidade de seus produtos. Sugestão para o autor é pesquisar melhor como funciona o mercado de importação.

23/04/2011 - 15:30 - Daniel - Você sabia que as lâmpadas FLC são fabricadas na China apesar de omitir este dado?

25/04/2011 - Zadoque - Sim, eu sabia. A questão é saber o que não é fabricado lá.

25/07/2011 - 17:34 - (anônimo) - Por que você não faz uma campanha contra produtos chineses? Produtos que empregam mão-de-obra escrava e energia suja além de aumentar o desemprego na América Latina? Faça a campanha no youtube que terá mais divulgação. Grato!

03/08/2011 - Zadoque - Prefiro as campanhas que promovam as reformas tributárias no país, para que as indústrias nacionais sejam incentivadas a progredirem. Além disso, as campanhas que acabem com a corrupção, a impunidade e a falta de ética, e que assolam o país.

04/08/2011 - 18:40 - Marcos - Um dos males dos produtos chineses é que geralmente você não tem nem como saber de que lugar da China eles vieram. Atente em teclados, fones de ouvido, entre outras coisas, você vê um “Made in China”, mas não sabe qual foi a fábrica, em que dia foi feito, alguns produtos nem tem manual de instrução. Enfim, tudo muito péssimo e nocivo ao consumidor.

05/08/2011 - Zadoque - Marcos, outro mal está nas conseqüências dessas importações, associadas a outros fatores: Alta tributação, e que prejudica grandemente as indústrias, levando-as a fazer seus cortes nos custos. Além disso, a péssima qualidade de ensino, que leva à uma má formação de novas gerações, carentes de discernimentos. E a corrupção desenfreada e generalizada, onde reina a impunidade e o espírito de levar vantagem em tudo. Conseqüência: Estamos presenciando um processo de cauterização nas percepções da população. Um processo de degradação psíquica, onde a população perde aos poucos, a sensibilidade das coisas bem feitas, do bom gosto. O próprio ambiente sofre dessa degradação. Pelo menos uns 20 anos para cá a cidade de São Paulo não era assim. Isto é, desde a “abertura política”.

09/11/2011 - 16:53 - (anônimo) - todo produto chines nao vale um centavo comprei uma maquina de cortar cabelo da marca mallory fabricado na china e pronta a maquina nao corta o cabelo!!!!!!!!!! me expliquem isso

13/01/2012 - 17:04 - Rafael - Realmente, a china está dominando tudo, estive na europa agora, e a Inglaterra, uma horrível experiênica . Eu não vi nenhuma roupa feita na europa lá, NENHUMA MESMO. Me pergunto aonde vai parar essa onde de “marcas”. Hoje em dia não se pode confiar nem mesmo em relógios direito. Duvido muito que as peças sejam montadas na Suíça. É realmente preocupante. Por isso eu compro roupas com orgulho na excelente loja brasileira Hering, roupas de padrão internacional feitas no Brasil. O brasil realmente vai virar sucata não de cuba, mas da china. E isso já está acontecendo.

Concordo com o brilhante comentário de carlos. Se o mundo está assim, é porque os líderes e os corruptos no poder ganham com isso. Se fossem realmente conscientes da importância do emprego, qualidade e geração de emprego e renda, não fariam isso. O chinês não impõe nada, quem negocia com a china é que é culpado. É preciso parar com essa mania idiota de achar que a china manda. Ora, o chinês nunca irá produzir um produto de qualidade como uma fábrica de relógio suíça ou um sapato italiano. É preciso sim, ter postura e dizer NÃO, CHEGA. O mundo anda assim porque alguns poucos corruptos levam vantagens, ganham com suborno, os vagabundos no poder são subornados pela china para deixar os produtos chineses entrarem.

É assim porque os europeus receberam muito dinheiro para deixar entrar produto chinês. É preciso um basta.

26/05/2012 - 01:10 - Cesar - Nem a Hering tá escapando! É o cúmulo! Esta semana passei lá e estavam expostos uns blusões Made in China, ano passado fui a Nova Petrópolis/RS, comprei uma jaqueta dessas estufadas, pensei, ajudei a indústria da minha terra, que nada mais um produto Chines, acabei só vendo em casa! Tudo que se compra de origem chinesa é uma m... de um tempo pra cá, olho a etiqueta, é da China, não quero, obrigado!

18/06/2012 - 20:53 - Stela - Vc tá muito certo em divulgar e explicar os vários motivos para não comprar nada da China. Além dos produtos não terem a qualidade que gostaríamos, fica ainda mais grave quando se fala sobre alimentação. Vem acontecendo muitos casos de intoxicação alimentar que levam até a morte. Desde produtos para pets até para crianças e adultos. Produtos chineses não prestam.

Uma outra coisa que eu queria comentar tbm é a questão da nossa economia. Nós somos fornecedores em determinado momento, e depois, pagamos pelo produto num peço mais alto ainda. Pura ilusão de que produto da China é vantagem. Infelizmente nem todos veem isso, e estão abrindo espaço para uma praga gogantesca.

Isso aqui é pra vc mesmo. Não é um comentário. Esta loja conscientiza a nã comprar da China. http://www.armazemtecidos.com.br/tecidos/decoracao/not01062011.html

No cifra glub tem um pessoal comentando que é preconceito nosso evitar produtos chineses, mal sabem do que estão falando. Precaução nã é preconceito.

Abraços, e parabéns pelo artigo!



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